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Técnicos do TECONDI irão ao RJ assistir simulação
Integrantes da equipe responsável pelas obras de ampliação do Terminal para Contêineres da Margem Direita (TECONDI) do Porto de Santos, em conjunto com técnicos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) irão ao Rio de Janeiro, nesta terça-feira (10/03), assistir ao resultado da simulação que avaliou a influência de um navio atracado no novo píer do TECONDI no cruzamento de dois navios no canal de acesso ao porto. O encontro acontecerá no Centro de Simulação Aquaviária (CSA).
Este teste servirá para confirmar à Codesp os resultados obtidos com o estudo encomendado pelo TECONDI à Fundação Homem do Mar (FHM), que concluiu que, “o cruzamento dos navios tipo pós-panamax, na área existente hoje no TECONDI pode ser realizado com segurança e agilidade pelos intervenientes da operação portuária”, sem oferecer risco à logística de navegação.
De acordo com um dos engenheiros responsáveis pelas obras do TECONDI, João Alberto Garrelhas, a idéia de realizar a análise surgiu após a Autoridade Portuária propor ao Terminal que fosse realizado um estudo da influência do projeto de expansão na construção de novos cais para atracação no porto santista.
Ainda segundo Garrelhas, mesmo antes da realização desse estudo, todo o projeto de ampliação já havia sido aprovado pela Capitania dos Portos e possuía o aval da Praticagem do Porto de Santos. “O TECONDI é um dos poucos terminais que já está preparado para as futuras características do canal. O projeto foi concebido prevendo os novos dimensionamentos, tanto na largura como na profundidade do estuário santista”.
Com as obras, o Terminal planeja aumentar em 180% sua capacidade de movimentação anual, passando de atuais 250 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) para 700 mil TEUs.
Os investimentos somam R$ 170 milhões, que serão aplicados tanto no projeto de expansão da instalação como na compra de novos equipamentos.
Elaboração do Estudo
Para este estudo os técnicos da Fundação Homem do Mar (FHM) levaram em consideração fatores ambientais existentes na região e especificações internacionais de segurança operacional, além de elevar ao extremo às condições do vento, onda, profundidade e correntes encontradas na área geográfica em questão.

